Ciência e tecnologia

A legislação sobre cavalos da UE compromete os esforços de restauração do ecossistema Ciência

A legislação da UE permite e apoia a utilização generalizada de cavalos domésticos (Equus ferus caballus) para desporto, recreação e lazer, mas dificulta a sua sobrevivência como populações selvagens ou selvagens (1). Esta disparidade reflecte o conceito de cavalos como activos geridos e não como agentes ecológicos. Como resultado, a lei permite o uso individual intensivo de cavalos, ao mesmo tempo que limita as oportunidades de restauração ecológica e a sua potencial participação em modos alternativos de sobrevivência. Este paradoxo é cada vez mais proeminente ao abrigo da legislação europeia de restauração da natureza (2), que apela à recuperação do ecossistema em grande escala, mas não acomoda o papel funcional dos cavalos no ecossistema, onde historicamente preencheram um nicho importante como grandes herbívoros herbívoros (3).



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