A Motion Picture Association, que inclui Netflix, Disney, Amazon Prime Video e Paramount, e a Streaming Innovation Alliance, que inclui Netflix, Disney, Peacock e Pluto TV, se opõem ao projeto. Os grupos argumentam que “muitos” serviços de streaming já estão tentando gerenciar “o volume do anúncio a partir da inserção de anúncios no servidor, que pode não ser consistente com o volume da programação”, de acordo com uma análise legislativa estadual de setembro de 2025 (PDF). Como cada empresa usa pipelines de codificação diferentes, o número de anúncios do lado do servidor pode variar.
Além disso, como a oposição já apontou anteriormente, os serviços de streaming devem competir com uma variedade de dispositivos de saída, incluindo televisões, tablets e telemóveis.
“Os provedores de streaming serão obrigados a integrar o processamento e o controle de volume baseados em arquivos e, em alguns casos, em tempo real, em seus fluxos de trabalho de inserção comercial do lado do servidor, assim como fazem atualmente para sua programação primária”, informou a publicação comercial TV Tech em dezembro sobre como os serviços de streaming cumpririam a lei da Califórnia.
Considerando a insatisfação que ainda existe entre as audiências de radiodifusão, cabo e satélite, os obstáculos à gestão do volume publicitário vêm à tona. A FCC disse ter recebido “pelo menos” 1.700 reclamações sobre este assunto em 2024, cerca de 825 em 2023 e cerca de 750 em 2022.



