A oferta de Xangai está programada para ser aberta para assinaturas na quinta-feira e pretende arrecadar 29,5 bilhões de yuans (US$ 4,4 bilhões). Alguns analistas prevêem que o valor de mercado da Changxin Storage poderá eventualmente atingir 3 trilhões de yuans, tornando-a a empresa de tecnologia listada mais valiosa da China.
A listagem seria um marco para Zhu, que teria prometido em 2018 que não receberia salário da Changxin Storage até que o projeto do chip de memória se tornasse lucrativo (tornou-se lucrativo no ano passado).
No entanto, a aposta de Zhu nos chips de memória chineses começou muito antes do CX Storage. Há mais de duas décadas, quando era engenheiro de design de chips no Vale do Silício e tinha pouco dinheiro, Zhu Yuanzhang previu que o centro da indústria global de memória acabaria por se transferir para a China continental.
Em e-mails retidos por um dos seus primeiros investidores, Li Jun, e posteriormente reimpressos em publicações de ex-alunos da Universidade de Tsinghua, Zhu observou que a indústria se tinha transferido dos Estados Unidos para o Japão e depois para a Coreia do Sul.
“É hora de a China desempenhar um papel nesta indústria”, escreveu ele.



