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A polêmica que coloriu a dramática vitória da Argentina sobre o Egito nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026 continua em debate / Foto: Independente
Um dos pontos-chave vem de Simon Chadwick, professor de esporte afro-eurasiático na Emlyon Business School, em Xangai. Segundo ele, a série de decisões que resultaram na anulação do segundo gol do Egito foi um momento inusitado e merece atenção.
Chadwick questionou por que o árbitro não interrompeu o jogo imediatamente quando a suposta falta ocorreu, mas em vez disso permitiu que a partida continuasse até que o Egito marcasse antes que o VAR finalmente pedisse uma revisão. “Houve algo muito incomum no processo de pontuação e na decisão do VAR. Surge a pergunta: por que a falta não foi marcada desde o início, mas só tratada depois que a bola entrou no gol”, disse Chadwick, citado pela Al Jazeera na quarta-feira (07/08/2026).
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Ele também destacou o gol da Argentina, marcado pouco depois. Segundo Chadwick, houve contato durante a criação do gol, o que algumas pessoas poderiam interpretar como uma falta semelhante ao incidente quando o gol do Egito foi anulado.
“Para dizer o mínimo, os padrões de arbitragem nesta partida parecem inconsistentes. Foi isso que causou tanta controvérsia”, disse ele.



