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ART disse que o caso relativo ao suposto abuso de Erin estava sob investigação



Jacarta

O caso de suposto abuso envolvendo o nome Rien Wartia Trigina ou Erin, denunciado por Hera, ex-integrante do domicílio, entrou em uma nova fase. A Polícia Metropolitana do Sul de Jacarta atualizou o status do caso de investigação para fase de investigação.

A advogada do repórter Hera, Deolipa Yumara, disse que os investigadores o convocaram para receber o Aviso de Início de Investigação (SPDP) como cópia para o repórter.

“O caso foi que Hera denunciou a Sra. Erin. Então os investigadores foram chamados, porque havia coordenação, principalmente em relação aos casos que já haviam subido para investigação. Da investigação, eles subiram para investigação. Então os documentos já estavam lá. Então fomos chamados, um deles era para receber a carta do SPDP que depois foi usada como cópia, uma cópia para o repórter”, disse Deolipa Yumara da Polícia Metropolitana do Sul de Jacarta, terça-feira (30/6/2026).

ROLE PARA CONTINUAR COM O CONTEÚDO

Segundo Deolipa, a elevação da situação de um caso à fase de investigação mostra que os investigadores dispõem de provas e depoimentos de testemunhas considerados suficientes para dar continuidade ao processo judicial.

“Normalmente quando há uma investigação, claro que há provas suficientes, com testemunhas suficientes, é assim. Então a partir daí existe a possibilidade de haver um TSK. Mas vamos ver, já tivemos impressões digitais, certo? Se estamos a investigar, ainda estamos à procura de que provas, que testemunhas, que documentos, e depois quem é o relatório. Se tivermos impressões digitais, isso significa que está tudo lá, apenas o processo legal está em curso”, disse ele.

No entanto, Deolipa enfatizou que a determinação do suspeito é inteiramente da competência dos investigadores. Ele espera que o processo legal corra bem, embora seja possível que o caso continue se as partes não chegarem a um acordo.

“Esperamos que no futuro tudo fique realmente bem. Mas não sabemos, chama-se ação judicial, essa é a primeira coisa. Depois, se um deles não quiser aceitar, ou ambos não aceitarem, significa que o caso vai continuar”, continuou.

Quando questionada sobre a possibilidade de Erin ser suspeita neste caso, Deolipa disse que atualmente só existe uma pessoa com estatuto de denunciado.

“Sim, qualquer um pode ser o suspeito, certo? Mas só há uma pessoa denunciada, é assim mesmo. Assim”, disse ele.

Anteriormente, uma assistente doméstica (ART) chamada Hera denunciou seu empregador, Rien Wartia Trigina, também conhecido como Erin, ex-esposa de Andre Taulany, à Polícia Metropolitana do Sul de Jacarta por suspeita de abuso ou violência física.

(fbr/quero)



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